sábado, 25 de agosto de 2007

Goyard



Todos sabem que sou muito mais ligada em gastronomia do que compras, mas essa dica não posso deixar de dar. Meninas preparem-se pois ainda vão ouvir muito este nome! Maridos, abram as carteiras pois Goyard (www.goyard.com) não esta para brincadeira!

Alguns meses atrás, duas amigas minhas apareceram com umas bolsas diferentes. Até então, normal. A marca ainda não me chamava atenção. Na mesma época, estava em Nova York, e de novo, me deparei com outras pessoas super descoladas -- como só pode se imaginar numa feira de moda em N.Y. -- com as bolsas Goyard. Parecia um sonho, como aqueles que se repetem. Não estava acreditando. Mas ai me dei conta de que hoje em dia, essa bolsa virou sinônimo de fashion. O mais curioso é que a marca existe desde 1853 (um ano antes do nascimento da Louis Vuitton). De fato, a Goyard sempre foi e continua sendo super tradicional, mas parece que só agora foi descoberta pelos “fashionistas” e esta aparecendo cada vez mais em revistas como Harper’s, Bazaar e In Style. Celebridades como Madonna e Jéssica Simpson – e modestamente, eu -- figuram entre os novos adeptos.

As bolsas custam entre US$700 e US$5,000.00. A St. Louis Tote (o modelito da foto) é uma das mais populares (tem três tamanhos), e a Croisiére também não fica atrás. As bolsas são leves, praticas, e o charme é personaliza-las com iniciais e listras feitas especialmente para o cliente – trabalho feito somente em duas lojas do mundo, de Paris e São Francisco. Nos Estados Unidos a única loja da Goyard é em San Francisco mas as bolsas também são vendidas na Bergdorf Goodman & Barney’s em New York, e na Barney’s em Boston e de Bervely Hills.

Para personalizar as bolsas, que é justamente todo o charme da grife, a dica aqui é a seguinte: Paris demora três meses e só aceita pedidos pessoalmente. A loja de São Francisco (onde encomendei a minha) recebe pedidos por fax e leva apenas três semanas. As bolsas custam um pouco mais nos Estados Unidos, mas para o clube dos ansiosos, do qual eu pertenço, vale a pena o ágio. Acabou de chegar a minha, branca, lindíssima, e com tudo que tenho direito, das iniciais às listras personalizadérrimas.

Adorei!

sábado, 28 de julho de 2007

St. Tropez - Party Time!!

Agito é o que nao falta em St. Tropez. O difícil é ter energia para tanta festa, mas a gente faz o sacrifício!


Um dos meus restaurantes favoritos é o Villa Romana - Chemin des Conquetés (tel. - 04 94 97 15 50). A comida é sensacional. Eu gosto de reservar mesa na parte exterior do restaurante que é muito mais animada! Pede para o Mássimo, o bartender, trazer seu drink gigante especial. É caríssimo mas vale a pena se estiver em um grupo grande. A apresentação em si é um show, e ele ainda entra em cena acompanhado da musica do Star Wars!!! Depois deste drink vale tudo. Pode acreditar.


Efeitos do drink gigante


Caves du Roy é sem duvida a melhor boate do mundo na minha opinião! Sou fá numero 1 do DJ Jack-E. Nunca vi tão bom!!! Ele mistura de tudo -- de Barry White á House e Frank Sinatra! Adoro quando ele pega o microfone, “Welcome Back to St. Tropez”. Outra das minhas favoritas: “Brasil is in the House” com Gilberto Gil ou Sergio Mendes nas caixas de som! Acabei de ler em uma revista que a media de consumo de champagne na Caves é de 130 garrafas por noite, 12,000 por estação!

4 de Julho no Voile Rouge – Cada ano me impressiono mais com a criatividade do Gate. Desta vez ele transformou o Voile Rouge em um gigante avião e se fantasiou de aeromoça! Os garçons passavam a comida em bandejas, naqueles carrinhos de avião. O champagne foi servido em mini-garrafinhas individuais.. Foi muito divertido!

Nada se compara ao Voile Rouge aos sábados!

Começou a guerra

Segue a guerra
Resultados da guerra

Olha o visual da melancia!

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Fotos de St. Tropez (Parte I)

Tanta gente me pediu que eu resolvi fazer alguns foto-blogs. De fato, St. Tropez merece. Vou iniciar essa serie com o “fotoblog gourmet”. Adoro a comida da Provence -- peixes e frutos do mar fresquissimos, legumes, frutas, muito azeite de oliva, e todas aquelas ervas que dão um aroma todo especial à culinária tão saborosa e saudável da região!

Essas fotos marcam vários momentos gastronômicos inesquecíveis nos nossos beach clubs favoritos.


Eu e JC no Palmiers


Romulo, Marcos e Marcelo -- mais um almoço maravilhoso!


Salada Caprese. Estou até sentindo o gosto daquele tomate e o perfume do manjericão!


Marcos examinando o peixe enorme que tinha acabado de chegar do Tahiti. Os meus favoritos sao “dourade” e “loup de mer”.


Tuna Tataki do Palmiers. Imperdivel!


Eu e Fernanda no Palmiers


Mais Palmiers!!


and again and again!!!!!!! Deu para perceber que eu ADORO o Palmiers?

Fique ligado que o próximo blog tem mais fotos e muita festa!

Até...

domingo, 8 de julho de 2007

Beach Clubs em St. Tropez (Parte II)

Sou encantada com os “beach clubs” em St. Tropez. Adoro todos. Mas eu sei, o tempo é curto. Prometo me conter. Aqui vão dicas só dos meus super favoritos – que você realmente não pode deixar de conhecer quando vier pra cá.

Club 55 (Tel: 04 94 55 55 55) - É sem sombra de duvida um dos mais famosos. Tudo começou em 1953 quando os pais de Patrice de Colmont, hoje dono do estabelecimento, compraram uma propriedade na praia de Pampelone para receber viajantes com um prato de comida. Imagine a responsabilidade. Os primeiros a experimentar dessa culinária maravilhosa foram príncipes da Bélgica. Colmont conta que eles comeram muito bem e lavaram os próprios pratos! Em 1955, começaram a chegar os artistas. Roger Vadim e Brigitte Bardot estavam filmando “E Deus criou a mulher” na região. Perguntaram se a mãe de Patrice poderia cozinhar durante as filmagens para toda equipe (80 pessoas). E ai, como dizem os americanos, “the rest is history”. Assim surgiu o Club 55, um dos restaurantes mais disputados da “Cote D’Azur”.


No verão, Patrice hoje acomoda de 500 à 600 pessoas por dia no restaurante. É um dos únicos aqui que não tem musica, , mas ás vezes é até bom para conversar com mais tranqüilidade! Todos os garçons se vestem de branco e a comida provençal é divina -- simples e maravilhosa! Recomendo pedir varias entradinhas para dividir. Sugiro mariscos, alcachofra, torta de cebolas e “panier de crudites”.


De prato principal, adoro os peixes fresquíssimos, os camarões, e aqui até o hambúrguer é delicioso e diferente -- à cavalo, com ovo estalado em cima. Minha sobremesa favorita é “glace vanille” (sorvete de creme) com “fraises de bois”, uns mini moranguinhos do bosque, super saborosos! Verão é justamente a estação deles. E, como se não bastasse a gastronomia, o ambiente também não deixa a desejar. Já encontramos P. Diddy, Joan Collins, Paris Hilton, Bruce Willis, e Rod Stewart.


Desculpe me prolongar no Club 55, mas realmente adoro o lugar e Patrice. Vou ser mais breve nos outros.

Voile Rouge (Tel 04 94 79 84 34) – O fundador Paul Tomaselli já faleceu, mas sua reputação é eterna graças ao filho Angel, e um brasileiro conhecido por “Gate”. Eles preservam a alma do local com uma decoração diferenciada e uma animação inigualável.


De fato, o Voile Rouge é considerado um dos “beach clubs” mais animados da praia de Pampelone. Os cenários mudam de acordo com a ocasião. São imperdíveis. Quando um príncipe Africano estava almoçando lá um dia, a decoração era toda inspirada na áfrica, inclusive o traje dos garçons. Uma viagem, literalmente! É bom também já ir entrando no clima para se molhar. Depois do almoço sempre rola guerra de champagne! Agora, prepare o bolso de euros pois não aceita cartão de credito. Só cash.


Nioulargo (Tel: 04 98 12 63 12) – Outro estilo, bem mais calmo e família. A clientela é chic e sofisticada. Tem três ambientes -- um bar no meio, um restaurante Francês, e um Thai, que é o favorito dos deslocados locais.


Só fique ligado com o horário, pois o restaurante não aceita reserva para o almoço depois das 3:30, quando já começa a produção do jantar.

Nikki Beach (Tel: 04 94 79 82 04) – Quando inaugurou, há uns cinco anos, houve muita ciumeira e polemica. Afinal, era o único lugar da região em que o dono é Americano. Mas não dá para negar. É animadíssimo, a musica é ótima, e realmente o Nikki se tornou um point para quem quer festa.

Quando voltar a Miami, prometo compartilhar umas fotinhos animadas de 4 de julho, independência dos Estados Unidos. Sempre carrego a câmera da espiã paparazzi. Brincadeirinha, mas é muito divertido. Aqui também sempre rola uma guerrinha básica de champagne e muita celebridade. Me aguardem!


Agora vou aproveitar o resto das minhas ferias. Que cidade mágica.

Ate a volta...